A simples mas eficiente rota problema-análise-solução


Hoje estava lendo uma pesquisa realizada pela Leo Burnett em parceria com a MindMiners, que traça alguns impactos da pandemia nos sentimentos, hábitos e comportamentos das pessoas. 

Entre vários dados interessantes o estudo aponta que 80% dos entrevistados acreditam que estamos vivendo um momento que mudará para sempre o mundo em que vivemos. 

Eu acredito nisso, e penso que algumas mudanças já são claras agora, como a  inserção massiva de negócios no ambiente online e o mais simples: exercitar de fato a empatia. Se colocar MESMO no lugar do seu consumidor para saber o que, como e quando ele precisa do seu produto ou serviço. 


Na sequência da pesquisa entrou na minha caixa um e-mail de um hotel aqui na serra, que costumo frequentar com minha família. O e-mail (de texto simples, sem imagens) iniciava assim: "Olá Rosângela, eu sei que você deve estar cansada com toda esta mudança de vida." (Sim, pensei eu, claro que sim, não aguento mais cozinhar!). O texto seguia com uma oferta de diárias para pagamento NO FIM DO ANO, com a explicação de que eles também sabiam que a situação financeira pode não estar favorável a passeios, mas relaxar é preciso. 

Confesso que fiquei muito tentada, mas apreciei de verdade a simplicidade e a assertividade do comunicado e da solução. Te faço o convite para exercitar a rota PROBLEMA-ANÁLISE-SOLUÇÃO aí para o teu negócio. Algumas soluções são mais complexas do que outras, mas o fato é que estamos vivendo um cenário singular, e novas soluções precisam ser pensadas (antes do "vai lá e faz" tem o período de preparação prévia).

Compartilho alguns pontos da pesquisa, para colaborar com a tua análise: 


*55% dos entrevistados estão dormindo mais; 

*50% estão tendo menos contato com as pessoas que amam; 

*60% afirmaram ter aumentado suas atividades nas redes sociais; 

*60% estão buscando na comida uma forma de ter calma e relaxamento;

*58% estão se sentindo mais sobrecarregados; 

*65% das mulheres se sentem sobrecarregadas;

*55% do público feminino está cozinhando mais do que antes (eu gostava de cozinhar até começar a pandemia). :(


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